Mais uma conta para a nossa Sustentabilidade

Não estamos a cantar de galo, mas é que não dá mais para esconder que vencemos o concurso para a comunicação da Sustentabilidade dos Shoppings Dolce Vita. Os anúncios desta semana na Visão, JN, Sol e Expresso denunciaram-nos.

Obrigados, D. Maria Celeste

Os bolinhos de coco estavam uma delicia, D.Maria Celeste, o nosso sincero obrigado. Mas não nos vendemos por 2 caixinhas de cocos. Serão precisas mais, muitas mais, até que a Alexandra* trabalhe menos. Aguardamos pelo próximo suborno.

* para quem não sabe, é a nossa free designer residente.

Alô! Campanha First Stop?


Sem concurso, sem orçamento milionário e sem muitas alterações. Com a criatividade da Sardinha. Até final de Dezembro, cartazes, flyers e anúncios de imprensa ao bom estilo hard-selling-cleaning* vão chamar mais clientes para as 55 lojas First Stop. Até já! Perdão, É para si!

* termo criado para este post.

Prémios Neurónio 2007. A Sardinha entrou com um trabalho e saiu com um prémio.



O trabalho premiado foi uma peça de auto-promoção chamada Please Please Call Me. Nasceu da necessidade de apresentarmos a Sardinha ao Freeport de Alcochete, com o desafio de ainda não termos trabalhos da agência para mostrar - requisito do concurso.

Para o efeito, gravámos um disco de vinil a contar uma história que precedeu a fama do Beatles. Depois, traçámos um paralelismo entre a história deles e a nossa. Este disco imitava a capa do primeiro álbum dos Beatles, Please Please Me.

Ao cliente, enviámos o disco juntamente com um gira-discos pronto a ser usado com pilhas. O resultado foi o esperado, conseguimos marcar presença entre as mais de 70 agências que apresentaram as suas candidaturas.

Este Prémio Neurónio tem um sabor mesmo especial, já que foi conquistado por uma agência com pouco mais de 6 meses de existência. Este reconhecimento só nos motiva e mostra que estamos no caminho certo.

Ah! E deixamos ainda um agradecimento muito especial (já está marcado o jantar) ao nosso amigo Fernando Alvim, que gravou a locução deste trabalho.

A Sardinha tem casa nova.


Depois de alguns meses entre gaivotas e peixes, peixeiras e pescadores, cheiros e vocabulários a Sardinha prepara-se para se despedir da Lota de Matosinhos. Prevaleceu a nossa assinatura: We're gonna need a bigger boat. E vamos mesmo para um barco maior.
O novo destino é o centro do Porto e a mudança é já em Novembro. Nesta altura, damos mais notícias.

Sardinha, entre tubarões, na shortlist dos Prémios Neurónio.

A APAP (Associação Portuguesa de Empresas de Publicidade e Comunicação) anunciou, finalmente, a shortlist dos trabalhos que irão concorrer aos Prémios Neurónio deste ano. Entre os 44 trabalhos seleccionados para disputar as 22 categorias, está o da Sardinha, uma peça de auto-promoção chamada "Please Please Call Me".

Se vamos ganhar, ainda não sabemos. Afinal, estamos a disputar com a Touch_Me Wunderman. Mas vamo-nos manter optimistas, porque esta Sardinha nunca teve medo de tubarões.

Autocrítica ao som de RadioHead

Depois de nos fuzilar ritmadamente com imagens quotidianas e publicitárias ao som do tema “Packt like sardines in a crushd tin box”, dos RadioHead, Dan Provost deixa-nos a sua mensagem: Consume Less. Live More.
But are we creeps? Não, de maneira nenhuma . Mas* que marcas e publicitários podem ser mais responsáveis na argumentação, lá isso podem. O que é que nós temos em comum com este vídeo? Só o “sardines” do título da música.

* Como diz o nosso tio Stenzel, há sempre um “mas”.

Recorde de público na Bienal. Terá sido pela participação do Director Criativo da Sardinha?

Durante o mês de Agosto, mais de nove mil pessoas visitaram a II Bienal do Porto Santo. O dobro da população da ilha.


A bienal deste ano contou com obras de diversos artistas de diferentes partes do mundo. Mas, para nós cá em casa, nenhum trabalho teve mais importância do que a vídeo-instalação “Que Palavra Será”, um projecto colectivo do nosso Director Criativo, Paulo Stenzel, que contou também com as participações de Ana Crispim e de Raquel Espanhol.

“Que Palavra Será” é um projecto inspirado num dos últimos escritos de Samuel Beckett. Trata-se de um verdadeiro delírio estético, que combina
bem com a obra deste grande expoente do Teatro do Absurdo. O trabalho foi gravado em vídeo digital, sem início, meio ou fim aparentes. A apresentação é feita através de projecção num ambiente nonsense que inclui os elementos do vídeo. Para este trabalho, foram usadas diversas formas de expressão artística, incluindo o Vídeo, a Fotografia, o Teatro, a Dança e um intrigante espelho.

Apesar de se considerar muito mais um amante de arte que um artista, Stenzel não pretende parar por aqui. Agora vai apostar em alguns projectos individuais e estudar a participação noutras exposições para as quais já começa a ser convidado.

Questionado sobre estes projectos, ele ri
apenas e diz: “car(l)ma, car(l)ma”.

Foi aqui que tudo começou

Para quem não conhece a nossa história, fica aqui a revelação.
Antes de sermos Sardinha, já o éramos. Só não sabíamos. A boa-nova foi dada pelo transcendente, todo poderoso e vizinho Profeta Luis Claudio. A ele devemos a salvação. A ele agradecemos toda a inspiração e força para libertarmos a Sardinha que havia dentro de nós.

Sardinha manda 2 postais para Cannes

A Publicards desafiou as agências nacionais para criarem um postal alusivo ao tema “Preserving our Home Planet”. Por cá, não contivemos a Cobiça e o resultado estará à vista em Cannes: dos 5 postais seleccionados para serem exibidos e postos a concurso no Festival de Cannes, 2 vão da parte da Sardinha.


A partir de hoje, vamos confessar aqui os nossos pecados. Mas não vamos pedir perdão.

PREGUIÇA
Coisas que vamos fazer, sim, mas dêem-nos só mais 5 minutinhos.


GULA

Tudo o que devoramos e o que ainda pedimos para embrulhar.


LUXÚRIA

O que fazemos em grupo, em posições criativas, e que prova que o tamanho não conta.


IRA

Situações de mer** que nos deixam fod**** como o car****.


COBIÇA

Um dia tudo isto será nosso. E hoje estamos nos nossos dias.


INVEJA

Trabalhitos jeitosos que, por azar, não fomos nós a fazer.


ORGULHO

O que foi feito por nós e que, desta vez, não envergonhou as nossas mães.