Na passada sexta-feira, o non-lethalcreativity.org esteve fora do ar por cerca de duas horas. O motivo? Vieram muito mais pessoas do que aquelas que estávamos à espera e o nosso servidor não aguentou.
Desde já, agradecemos por este agradável problema. Aos que tentaram entrar no site e não conseguiram, convidamos a voltar, o problema já está resolvido. Agora, a nossa meta é deitar tudo abaixo mais uma vez, mas convidem os amigos todos, pois aumentámos a capacidade do servidor.
Check-out Albergaria Cervantes, Check-in cliphotel



Não foi preciso lutar contra moinhos de vento para reposicionar o que em tempos idos foi a Albergaria Cervantes (55 quartos!), num Hotel ao estilo “Ikea”: serviço e quartos de qualidade a preços acessíveis. Bem pelo contrário, a proposta estratégica e criativa da Sardinha foi aprovada sem hesitações. A primeira fase do trabalho já está aí, ou melhor, ao vivo na Av. da República, em V.N Gaia: remodelação dos quartos, por parte do hotel; naming, logótipo, assinatura, economato e sinalética da nossa parte.
Tenha uma Boa Páscoa, e já agora, se decidir fazer uma escapadinha pelo norte, sugerimos-lhe o cliphotel (se estiver lotado, contacte-nos, sempre podemos tentar meter uma cunha).
Publicitários do mundo, uni-vos!
Por Paulo Stenzel*
Nós, os publicitários, somos uma classe ridiculamente desunida. É isso que nos torna tão vulneráveis a qualquer activista-sem-causa de plantão.
Somos tão desunidos que, se eu resolvesse agora enviar um sms a convocar os colegas para uma manifestação de publicitários, os que recebessem a mensagem dividiriam-se entre os que passariam o dia a criticar o texto e os que boicotariam o evento por não ter sido proposto por eles próprios.
Nos últimos tempos temos sido alvo de ofendidos de todo o tipo. Os escoteiros (e os escuteiros) entraram com processo por interpretarem que uma inocente campanha os chamou parvos, atitude que pode ser uma confirmação disto mesmo.
Um pouco antes, os homossexuais sentiram-se ofendidos por alguém manifestar o orgulho de ser hetero. E agora parece que até os vendedores de carros, que eu nem sabia fazerem parte de uma minoria, resolveram ofender-se com a publicidade.
Nós somos um alvo tão fácil que, ao invés de contratar uma agência que crie uma campanha a dizer bem deles, preferem contratar advogados.
Ou seja, andamos tão mal vistos que já se tornou preferível levar com um advogado a levar com um publicitário.
E nós, o que fazemos? Nada, pois ao contrário dos grupos que nos atacam, nós não temos a capacidade de união. A minha proposta é revertermos esta situação. Podíamos, por exemplo, vestir roupinhas iguais, organizar grandes acampamentos de publicitários onde passaríamos a noite a cantar jingles em volta de uma fogueira.
Também podíamos organizar grandes passeatas para manifestar o "orgulho publicitário". Depois, era possível tentar transformar o nosso modo de vida em ícone fashion. As mulheres passariam a arranjar melhores amigos publicitários. Alguns de nós poderiam esconder a profissão da família, as pessoas diriam que não tinham preconceitos contra nós e que até tinham amigos que eram publicitários.
Outra alternativa seria agirmos como vendedores de carros, seja lá como aja esta classe tão oprimida.
Se fôssemos unidos como são os outros, estaríamos protegidos contra as regras absurdas dos concursos, contra as acusações de termos criado o consumismo, contra os ataques dos escuteiros. Só que da forma como somos, preferimos ficar a reclamar da falta de liberdade, mas cada um no seu canto.
* Paulo Stenzel é Director Criativo da Sardinha, é publicitário, já foi escoteiro, está a vender um carro e até tem um amigo que é gay.
Nós, os publicitários, somos uma classe ridiculamente desunida. É isso que nos torna tão vulneráveis a qualquer activista-sem-causa de plantão.
Somos tão desunidos que, se eu resolvesse agora enviar um sms a convocar os colegas para uma manifestação de publicitários, os que recebessem a mensagem dividiriam-se entre os que passariam o dia a criticar o texto e os que boicotariam o evento por não ter sido proposto por eles próprios.
Nos últimos tempos temos sido alvo de ofendidos de todo o tipo. Os escoteiros (e os escuteiros) entraram com processo por interpretarem que uma inocente campanha os chamou parvos, atitude que pode ser uma confirmação disto mesmo.
Um pouco antes, os homossexuais sentiram-se ofendidos por alguém manifestar o orgulho de ser hetero. E agora parece que até os vendedores de carros, que eu nem sabia fazerem parte de uma minoria, resolveram ofender-se com a publicidade.
Nós somos um alvo tão fácil que, ao invés de contratar uma agência que crie uma campanha a dizer bem deles, preferem contratar advogados.
Ou seja, andamos tão mal vistos que já se tornou preferível levar com um advogado a levar com um publicitário.
E nós, o que fazemos? Nada, pois ao contrário dos grupos que nos atacam, nós não temos a capacidade de união. A minha proposta é revertermos esta situação. Podíamos, por exemplo, vestir roupinhas iguais, organizar grandes acampamentos de publicitários onde passaríamos a noite a cantar jingles em volta de uma fogueira.
Também podíamos organizar grandes passeatas para manifestar o "orgulho publicitário". Depois, era possível tentar transformar o nosso modo de vida em ícone fashion. As mulheres passariam a arranjar melhores amigos publicitários. Alguns de nós poderiam esconder a profissão da família, as pessoas diriam que não tinham preconceitos contra nós e que até tinham amigos que eram publicitários.
Outra alternativa seria agirmos como vendedores de carros, seja lá como aja esta classe tão oprimida.
Se fôssemos unidos como são os outros, estaríamos protegidos contra as regras absurdas dos concursos, contra as acusações de termos criado o consumismo, contra os ataques dos escuteiros. Só que da forma como somos, preferimos ficar a reclamar da falta de liberdade, mas cada um no seu canto.
* Paulo Stenzel é Director Criativo da Sardinha, é publicitário, já foi escoteiro, está a vender um carro e até tem um amigo que é gay.
www.naturar.pt
Este é um trabalho que estamos há meses a semear e que, agora, começa a dar frutos. Basta clicar aqui para ver a primeira colheita.
E mais não dizemos, até porque não queremos gastar os trocadilhos todos com agricultura de uma só vez.
E mais não dizemos, até porque não queremos gastar os trocadilhos todos com agricultura de uma só vez.
Para saber onde fica o First Stop mais próximo, siga as indicações da Sardinha


“Café”, “Jornal” e “Telecomando” são os temas da nova campanha de localização do First Stop, presentes em outdoors e anúncios de imprensa de todo o país. A outra opção é procurar no Google Maps antes de sair de casa, o que até pode ser prático, mas não tem a mesma piada.
Sópneus deu um Futuro Risonho às crianças da Casa do Caminho


A Sópneus queria passar à prática as suas preocupações sociais.
As crianças da Casa do Caminho não tinham cadeirinhas para serem transportadas em segurança. A Sardinha juntou estas duas coincidências e proporcionou um Futuro Risonho a ambos.
No passado 24 de Fevereiro a Sópneus entregou 34 cadeiras auto à Casa do Caminho, tendo a apresentadora Sónia Araújo como madrinha, e foi o corolário da campanha que, de 15 de Outubro a 24 de Dezembro, esteve presente nas lojas, na imprensa, na rádio e em táxis a sensibilizar os clientes da Sópneus para esta causa.
Um Fevereiro bievento
Não, não foi a Sardinha que organizou o Carnaval da Mealhada nem a manifestação de professores, convocada por sms. Mas que teve sucesso idêntico, lá isso teve.

Bombay Sapphire Designer Glass Competition 2008
A Sardinha foi responsável, bebeu com moderação, e organizou com sucesso o evento de esclarecimento para a cidade do Porto, dia 28, do já famoso concurso de copos da Bombay. A escolha do local - Centro Comercial Bombarda, foi inevitavelmente sugerido e correspondeu às expectativas. O DJ e os barmen também estiveram à altura.
Full Speed 2008
Pelo segundo ano consecutivo, a Sardinha teve a responsabilidade de fazer do encontro anual dos parceiros First Stop um momento impulsionador.
Com a temática do rugby, os representantes desta rede de lojas da marca Bridgestone apresentaram-se, com a ajuda da Sardinha, nos dias 12, 13 e 14 na máxima força no “Centro de Estágios - o bonito hotel de 5 estrelas Marriott Golf & Beach Resort Hotel, na Praia D’el Rei. À sua espera tiveram muitas surpresas e o treinador nacional de rugby, Tomaz Morais, que no final do Full Speed 2008 radiava felicidade por ter descoberto um filão de homens seleccionáveis.

Bombay Sapphire Designer Glass Competition 2008
A Sardinha foi responsável, bebeu com moderação, e organizou com sucesso o evento de esclarecimento para a cidade do Porto, dia 28, do já famoso concurso de copos da Bombay. A escolha do local - Centro Comercial Bombarda, foi inevitavelmente sugerido e correspondeu às expectativas. O DJ e os barmen também estiveram à altura.
Full Speed 2008Pelo segundo ano consecutivo, a Sardinha teve a responsabilidade de fazer do encontro anual dos parceiros First Stop um momento impulsionador.
Com a temática do rugby, os representantes desta rede de lojas da marca Bridgestone apresentaram-se, com a ajuda da Sardinha, nos dias 12, 13 e 14 na máxima força no “Centro de Estágios - o bonito hotel de 5 estrelas Marriott Golf & Beach Resort Hotel, na Praia D’el Rei. À sua espera tiveram muitas surpresas e o treinador nacional de rugby, Tomaz Morais, que no final do Full Speed 2008 radiava felicidade por ter descoberto um filão de homens seleccionáveis.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

